Os estágios da celulite

A celulite pode se manifestar em 4 graus diferentes: 

  • Grau 1: O estágio mais brando. Os buraquinhos só são percebidos quando a pele é comprimida. As alterações, como a má circulação sangüínea, o acúmulo de líquido entre as células e os recentes nódulos de gordura, não são visíveis a olho nu.

    Não há alterações visíveis na pele e os furinhos somente são detectados quando os músculos estão contraídos.

 

  • Grau 2: O mau funcionamento da derme (camada intermediária da pele) começa a refletir na epiderme (a camada mais superficial). A pele fica irregular, com pequenas saliências e reentrâncias.

    os furinhos já são percebidos sem a contração da pele.

     

  • Grau 3: O funcionamento da derme está comprometido. As fibras de colágeno e elastina estão endurecidas e formam emaranhados chamados fibroses (cicatrizes que repuxam e causam furinhos na superfície da pele). Além disso, algumas regiões ficam inchadas, por causa do acúmulo de líquidos. Gordura localizada e flacidez costumam deixar o quadro ainda pior.

     O efeito "casca de laranja" espalha-se pelo bumbum e pelas coxas. Há nódulos pequenos e médios endurecidos e as pernas ficam mais pesadas e cansadas devido à dificuldade da circulação sangüínea.

 

  • Grau 4: Aparecem furos profundos ou áreas com depressões. A falta de circulação local faz a pele ficar fria ao toque e a região pode se tornar dolorida. Assim como no grau 3, flacidez e gordura localizada agravam os sintomas

    Está associado a um grande excesso de peso, já que o acúmulo de gordura é terreno fértil para a celulite se instalar. Os nódulos têm cerca de três centímetros de largura; as depressões são profundas e o contorno corporal está disforme. Os tratamentos indicados são mais severos e os resultados menores e mais demorados.

 

Não é muito comum a pessoa apresentar apenas um dos estágios acima. Segundo a especialista em medicina estética Célia Beatriz David, o quadro mais comum é a apresentação de grau 3 no bumbum, 2 nas coxas e 1 na barriga. 

 

 

Fonte:

  • Revista Claúdia